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Estes sao os resultados da procura:

Procurou por: “Lenha ao Domicilio

  • 1Serração Mariana Lda
  • Actividade:Comércio de Madeiras e Derivados
  • 00 351 964 034 932
  • Morada:
  • Rua Escola Velha , S/N
  • 4455 - 126 Paiço - Lavra - Matosinhos
  • Descriçao:
  • Serração Mariana - Paiço - Lavra - Matosinhos.

    Venda e entrega de lenha ao domicílio.
  • 4SENIORMAIS, Apoio ao Domicílio
  • Actividade:Ranking Visibilidade Motores de Busca
  • Morada:
  • Avenida IIha do Sal , 10, r/c esq.
  • 5340 - 194 Macedo de Cavaleiros
  • 64 Patas Dog Walking Lda
  • Actividade:Servios ao Domicilio para Ces e Gatos
  • Morada:
  • Rua Drº Afonso Cordeiro , 120, 1º Dto
  • 4450 - 001 Matosinhos
  • 8Transportes Eusébio Teixeira
  • Actividade:Transportes e Mudanas
  • 00 351 934 849 325
  • Morada:
  • Rua do Valongo, , 37
  • 5400 - 559 chaves
  • Descriçao:
  • Serviços de mudanças e transportes nacionais e internacionais de Roupa, tampos, lenhas, móveis, carros, motas entre França, Espanha e Portugal.
  • 9Season Opus Energia Lda
  • Actividade:Energias Renovaveis
  • 00 351 917 892 817
  • Morada:
  • Rua Augusto Simões , 786
  • 4470 - 147 Maia
  • Descriçao:
  • A actividade da Season Opus Energia desenvolve-se na área das Energias Renováveis, oferecendo aos seus clientes soluções de energia renovável assentes num trabalho especializado e de confiança, estando integrada na Rede Nacional de Instaladores Especialistas em Energias Renováveis.
    O Cliente, seja singular ou colectivo, tem garantida toda a atenção e conhecimentos técnicos para o vasto leque de produtos relacionados com a climatização, entre os quais se destacam os painéis solares, caldeiras a biomassa, caldeiras a lenha, bombas de calor, ventilo-convectores, piso radiante, ar condicionado, aspiração central e emissores térmicos eléctricos, procurando sempre a redução efectiva dos custos energéticos.
    Possui um acordo de parceria estratégica, comercial e técnica com o seu principal fornecedor, a Casa Plus, que dispõe de técnicos especializados em todos os produtos que comercializa, tornando-nos capazes de nos diferenciar num mercado cada vez mais exigente e competitivo.
  • 10VIDRARIA EURO VIDRO
  • Actividade:Comrcio de Vidros e Molduras
  • 00 351 256 338 337
  • Morada:
  • Rua Antonio Sampaio Maia , Edificio S. Bento - Nº 38 - Loja A
  • 4520 - 616 S. João de Ver
  • Descriçao:
  • Histótia do vidro....Os povos que disputam a primazia da invenção do vidro são os egípcios e os fenícios. Segundo a Enciclopédia Trópico: “Os fenícios contam que ao voltarem à pátria, do Egito, pararam às margens do Rio Belus, e pousaram sacos que traziam às costas, que estavam cheios de natrão (carbonato de sódio natural, que eles usavam para tingir lã). Acenderam o fogo com lenha, e empregaram os pedaços mais grossos de natrão para neles apoiar os vasos onde deviam cozer animais caçados. Comeram e deitaram-se, adormeceram e deixaram o fogo aceso. Quando acordaram, em lugar das pedras de natrão encontraram blocos brilhantes e transparentes, que pareciam enormes pedras preciosas. Um deles, o sábio Zelu, chefe da caravana, percebeu que sob os blocos de natrão, a areia também desaparecera. Os fogos foram reacesos, e durante a tarde, uma esteira de liquido rubro e fumegante escorreu das cinzas. Antes que a areia incandescente se solidificasse, Zelu plasmou, com uma faca aquele líquido e com ele formou uma empola tão maravilhosa que arrancou gritos de espanto dos mercadores fenícios. O vidro estava descoberto.” Esta é uma versão um tanto lendária. Mas, notícias mais verossímeis, relatam que o vidro surgiu pelo menos 4.000 anos A.C.. Julga-se entretanto que os egípcios começaram a soprar o vidro em 1.400 A. C., dedicando-se, acima de tudo, a produção de pequenos objetos artísticos e decorativos, muitas vezes eram confundidos com belas pedras preciosas.... Historia do vidro em Portugal....Foi só no século XVIII que se estabeleceu em Portugal a indústria vidreira — na Marinha Grande — e ainda hoje esta existe. Anteriormente, há notícia, desde o século XV, da existência de alguns produtores artesanais de vidro. É conhecido o labor do vidreiro Guilherme, que trabalhou no Mosteiro da Batalha. O vidro era obtido através da incineração de produtos naturais com carbonato de sódio (erva-maçaroca). Houve diversos fornos para a produção vidreira em Portugal, mas a passagem de uma produção artesanal, muito limitada, para a produção industrial foi lenta. Uma fábrica existente em Coina veio a ser transferida para a Marinha Grande, em consequência da falta de combustível. Estava-se no reinado de D. João V. A proximidade do Pinhal de Leiria, teria aconselhado a transferência da antiga Real Fábrica de Coina. Depois, o Marquês de Pombal concedeu um subsídio para o reapetrechamento desta fábrica vidreira na Marinha Grande.

    Em 1748 estabeleceu-se na Marinha Grande John Beare, dedicando-se ali à indústria vidreira. A abundância de matérias primas e de carburante aconselhavam o fomento dessa indústria naquela região. Em 1769 o inglês Guilherme Stephens beneficiou de importante protecção do Marquês de Pombal e estabeleceu-se na mesma localidade: subsídios, aproveitamento gratuito das lenhas do pinhal do Rei, isenções, etc. A Real Fábrica de Vidros da Marinha Grande desenvolveu-se a ponto de ser Portugal, a seguir à Inglaterra, o primeiro país a fabricar o cristal.

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